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Coronavírus está a desaparecer “demasiado rápido”? Oxford diz que sim…



É verdade que os números do novo coronavírus, em alguns países, mostram que tem havido um abrandamento ao nível de contágios. Exemplo disso é Portugal, mas os números revelam também que estamos ainda longe de estar bem. Para superar tal situação é necessária uma vacina ou então a tão falada imunidade de grupo.

De acordo com informações da Universidade de Oxford, o novo coronavírus está a desaparecer demasiado rápido para se conseguir vacina.

Novo coronavírus está a ir embora?

As afirmações são surpreendentes tendo em conta os números à escala mundial. No entanto, as investigações da Universidade de Oxford só tem 50% de probabilidade de sucesso na criação de vacina. Surpreendido? Voltando um pouco atrás no tempo, era nesta vacina, que foi mesmo testada em humanos, que estava depositada muita confiança para a solução contra a COVID-19.

De acordo com o líder pelo investigação, Adrian Hill, é uma “situação bizarra, pois o vírus está a desaparecer demasiado rápido”.

As revelações de Adrian Hill foram feitas ao The Telegraph como um alerta para as expectativas elevadas e exageradas.

Há 50% de probabilidades de termos sucesso e 50% de probabilidades de que não obtenhamos nenhum resultado - Adrian Hill, responsável pelas investigações no Reino Unido

Ainda segundo o investigador, o número de novos casos de infetados no Reino Unido está a cair demasiado rápido. Adrian Hill revela ainda que a equipa de investigadores está a correr contra o tempo e uma “corrida contra o desaparecimento do vírus”. O problema é que, a manter-se este ritmo de contágio cada vez menor, isso poderá fazer com que a dada altura não existam pessoas suficientes para se poder testar a vacina chamada ChAdOx1nCov-19 (lê-se Chaddox One), revela o Observador.

De relembrar que esta equipa de investigação referiu que havia uma probabilidade de 80% de produzir uma vacina eficaz até setembro deste ano. No entanto, o vírus está a desaparecer o que dificulta as investigações, pois “Se não houver uma circulação do vírus suficientemente prevalente, será difícil comprovar a eficácia da vacina”.

Fonte e foto: PPL Ware

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