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12 vizinhos que deveriam pagar a mais por causa de seus comportamentos difíceis



Ao comprarmos ou alugarmos um apartamento, e na hora de pagar as contas da casa, deveria ser incluído um desconto por termos que conviver com certos vizinhos. Afinal, muitos deles amam “martelar” em nossas cabeças de manhã com obras intermináveis, música alta e barulhos inexplicáveis no chão, como se alguém estivesse correndo uma maratona de madrugada.

Uma vez, eu alugava um apartamento vizinho ao de uma senhora, que vivia gritando com seu cachorro. Eu escutava todas as vezes que o cachorro estava “com as patas sujas pela casa”, quando “comia fora da caixa” e sempre que “bagunçava tudo”. Um dia ela gritou: “Teria sido melhor se eu tivesse adotado um porco: come menos e poderia castigá-lo!” Fiquei com pena do cachorro, mas depois descobri que ela não tinha animal nenhum e morava sozinha com o marido.

Durante três anos, a vizinha de cima não me deixava fazer barulho porque o bebê dela precisava dormir. Minha consciência não me permitia consertar a bicicleta perto da porta dela, comprar utensílios de cozinha que fizessem muito barulho, ligar música alta nem fazer nenhum tipo de obra. Se eu ligasse a TV um pouco mais alto, ela vinha bater na minha porta reclamar. Há pouco tempo descobri que ela não tem filhos e nunca teve. Só tem 3 gatos.

Em um dos aniversários da minha mãe, ela recebeu lindas flores. Por ser alérgica a elas, deixou o buquê no corredor do prédio, onde viviam outras pessoas. Na manhã seguinte, em vez do buquê ela encontrou uma garrafa de champanhe e um bilhete: “Queridos vizinhos, obrigada!” Depois descobrimos que a vizinha dela fazia aniversário no mesmo dia.

Me mudei recentemente para um novo apartamento. Decidi fazer amizade com os vizinhos logo no começo para evitar problemas. Segurei a porta do elevador para uma senhora, que depois me agradeceu dizendo que havia dois mendigos morando no estacionamento do prédio.

Um amigo meu tem um cachorro dobermann de pelúcia na varanda. Hoje, a vizinha dele escreveu uma reclamação para o síndico dizendo que o “cachorro” era agressivo. Dá para acreditar

Meu amigo comprou um apartamento em um prédio bem antigo, onde moravam somente velhinhos, professores aposentados e avós que jogavam xadrez. A princípio, tudo corria muito bem, as pessoas eram educadas e limpas, sempre dando “oi” com um sorriso no rosto. Em um sábado de manhã, no entanto, meu amigo acordou com a campainha tocando. Uma vizinha velhinha do outro lado da porta, dizia:

— Querido, se não for pedir muito, você poderia me dar alguns produtos que não tenho em casa?
— Sim, claro! O que a senhora precisa: sal, açúcar, café?
— Eu preciso de 100 ml de leite, 200 g de...

Tínhamos um vizinho aposentado. Ele sempre fumava na varanda no andar de baixo. O cheiro, claro, infestava nosso apartamento. Pedimos para ele parar, mas não adiantou. Entramos num acordo: nós lhe pagaríamos um certo valor para ele fumar na rua. O homem concordou e o pagamento seria feito no final de cada mês. Depois do primeiro, nosso vizinho ofereceu o seguinte: “E se eu parar de fumar totalmente, quanto vocês me pagariam?”

Eu tinha 16 anos na época, e estávamos trocando os canos do banheiro. A campainha tocou, eu abri e era o vizinho, que me perguntou: “Vocês estão trocando o sifão do banheiro?” Eu olhei para ele um pouco confuso, e disse: “Eu não sei o que é sifão...” O vizinho não respondeu e foi embora. Imagino que ele também não sabia o que era.

Estávamos no elevador, e o filho pequeno do vizinho me cumprimentou: “Oi, cabritinha!” Os pais disseram que isso não era a melhor coisa que ele poderia ter dito. Mesmo assim foi um pouco desconfortável para todos.

Um mês atrás, uma vizinha expulsou seu namorado do apartamento às 10 da noite. Todos os moradores acompanharam a situação pelo olho mágico da porta. Ela jogou as coisas dele fora e disse para ele sair correndo dali. Nessa hora, uma outra vizinha que morava sozinha abriu a porta e disse: “Por que você está expulsando esse rapaz no relento? Querido, entre aqui e passe a noite comigo”. O jovem pegou as coisas e entrou no apartamento da mulher. Eles estão morando juntos há um mês.

No ano passado montamos uma cerca de 2 metros para separar nosso jardim do vizinho ao lado. Ele não gostou muito, mas as plantações estavam surpreendentemente boas. Antes disso, fazíamos tudo corretamente, mas não colhíamos quase nenhum fruto. Achávamos que tinha algo de errado com o solo, mas descobrimos que o tamanho da cerca era proporcional ao sucesso da colheita. Que vizinho folgado, viu? 

xxx: “Quem também não aguenta mais escutar o latido do cachorro do 7° andar?”
yyy: “Eu”.
xxx: “Mora no apartamento do lado?”
yyy: “Não, o cachorro é meu”.

Fonte e foto: Incrivel Club

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